Tenho pena que a Troika não queira fundar um partido político em Portugal. Com o meu voto contavam!
Não deixa de ser notável que estes homens vejam em 3 semanas (!) o que o conjunto dos nossos políticos não viu (ou não quis ver) em mais de 30 anos.
Recomendo vivamente a leitura do documento. Aprende-se muito e sobretudo ajuda o português comum a perceber que afinal não somos parvos. Somos é mal geridos!
Como diz o Rogério no Post anterior somos um país que precisa de recuperação!
Para recuperar uma empresa, normalmente começa por se mudar a gestão. Parece que em relação ao país não vai ser bem assim.
Já passei por um caso na minha vida onde uma empresa em falência técnica foi vendida e os novos donos entenderam (mal!) que o antigo Administrador poderia fazer a recuperação da empresa se eles injectassem dinheiro. Nada mais errado! Mais de 3 Milhões de euros depois a empresa estava pior. Prova-se que quem comete erros atrás de erros a ponto de deixar uma empresa em estado miserável não consegue, sobretudo por falta de visão, voltar a colocá-la em bom estado. Como se verá, infelizmente, com o país passará o mesmo.
Mas falemos de coisas boas. Diz a Troika que Portugal tem de criar um procedimento rápido para salvar empresas que possam ser recuperadas. Até que enfim !
Já me queixei aqui do idiótico Processo Extrajudicial de Conciliação. Ainda bem que há quem me dê razão.
A recuperação de empresas é sempre um processo urgente pelo que não se compadece com a burocracia do IAPMEI seguida da do Tribunal de Comércio. Há que criar uma pool de gestores com provas dadas nesta área que possa analisar as empresas rapidamente e pronunciar-se sobre a sua viabilidade (ou não). Com base nesse relatório as autoridades poderiam decidir se apoiam a empresa facilitando o pagamento de impostos e/ou segurança social e os bancos teriam mais conforto em facilitar empréstimos de tesouraria.
Esperemos pois ansiosamente para ver o que sai e rezemos para que o próximo primeiro ministro perceba que o crescimento económico e a criação de emprego dependem agora quase em exclusivo do sector privado uma vez que a capacidade de investimento do estado está muito limitada.

Pois é Paulinho, esta conjuntura de que dizes ser de 30 anos, tens que colocar mais 7, pois são mesmo 37 anos de desvarios, nesta denominada democracia do bloco central, obviamente que me vais perdoar de que tem feito parte com grande responsabilidade os teus amigos ideológicos, chulos e parasitas da sociedade, competentíssimos gestores e administradores dos monopólios, dos institutos das empresas publicas do estado ladrão autorizado e avalizado pelo próprio.
ResponderEliminarObviamente, que gostaria de ver estes "génios iluminados" em vez de estarem a gerir empresas que até o meu cão as geria c/mais capacidade que eles, a gerir as empresas em dificuldades do sector privado e ai sim, era apologista que recebessem pelo seu índice de produtividade e pelo seu mérito de recuperação, isto é se fossem capaz de recuperar alguma coisa, o que tenho muitas duvidas, no entanto não há nada como os colocar à prova.
Quanto ao PEC(Processo Extrajudicial de Conciliação)obviamente que o mesmo está eivado das maiores contradições e vexames para empresas e empresários, quando o mesmo foi criado dizem as mentes iluminadas, para facilitar o processo de recuperação, no entanto, quanto no PER, as execuções ficam suspensas no PEC, não, o que prova que todas esta "mentes e génios iluminados" sabem o que andam a fazer. Mas eu diria com o meu mau feitio e com a minha frontalidade dentro dos meus 4 Princípios, do DALF, dos 3 Vs, dos 3 Ps e do 3Rs, tratar-se de uma gentalha, sem valores de Coerência, Dignidade e Seriedade.
Um forte abraço, para o Paulo e Manuel e vamos à luta.